O começo,
simplesmente tudo tem um começo, mais e um fim? Já foi escrito o fim? Não, mais
ele está prestes a ser escrito, e tudo começa aqui e agora na instituição João
Benedito de Barros, uma grande escola, mais também aqui o destino dos alunos
estão traçados, o fim está próximo e nada poderão fazer para impedi-lo.
- Mãe estou
saindo pra escola, se não me atraso, tudo bem?
- Tá bom, vá
com Deus Raglan.
- Amém.
Raglan abre
o portão de sua casa e vai andando pela rua em direção a escola, que ficava a 5
km da escola, quando encontra Felipe indo pra escola, os dois eram amigos,
estudavam juntos ali a alguns anos e sempre se encontravam na ida dá escola.
- Fala ai
Rato. – Fala Felipe.
- Opa, e aí
Felipe, tranquilo? – Fala Rato, cumprimentando seu amigo.
- E aí, como
foram suas férias? – Pergunta Felipe.
- Foram
legais até cara, viagem bastante, descansei um monte, foi da hora. E as suas? [Fala
Raglan enquanto andava.
- Legal
cara, sai pra caralho também, fui até jogar paint-ball com meus primos, aprendi
a atirar, foi muito foda. – Fala Felipe rindo.
- Que da
hora, queria aprender a atirar também, mais se eu falar pra minha mãe de paint-ball,
a “véia” tem um infarte. – Fala Raglan sendo sarcástico.
No mesmo
momento os dois veem dois carros pretos passando na rua, vindo da direção da
escola, no momento eles não ligam muito, pois estavam rindo, mais não deixaram
de reparar aquelas duas Captivas pretas, afinal era um carro muito bonito.
- Que carro
loco, e ao mesmo tempo sinistro! – Fala Felipe.
- Verdade,
vamos acelerar o passo que se não nos atrasamos.
Os dois
começam a acelerar os passos, pra chegar á escola e encontram vários alunos
indo, a maioria conhecidos, que estudam ali, e são da região. Ao chegarem ao
portão de entrada da escola, vão em direção ao pátio, quando percebem que a
diretora olha para a direção da sala no terceiro andar. Mas passam reto e vão em
direção ao painel para verem em que sala caíram.
- Caralho
1°D, na sala do Michael e da Raffa... – Fala Felipe
- Eu tô no
1° A, que privilégio, deixa eu ver se tem algum conhecido... Olha o Cláudio,
cara firmeza pra caramba! – Fala Raglan, olhando para o painel.
- Fala ai
Felipe e Rato, estão em que sala. – Fala Michael chegando perto dos dois.
- Opa e ai
Michael! Estou na sua sala cara, eu você e a Raffa.
- Sério
mesmo que a Raffaela esta na minha sala? – Fala Michael
- Sério, e o
Raglan esta na sala do Cláudio cara, que da hora! – Fala Felipe.
- Que vocês
estão falando meu nome aí? – Fala Cláudio que estava por perto,
- Orra Cláudio!
Nem tinha visto você cara. E aí, Beleza? – Fala Felipe cumprimentando Cláudio.
- E ai
Cláudio, na mesma sala em, 1°Aainda por cima, nós somos fodas cara. – Diz Raglan
rindo.
- Para de
graça ai Raglan! Bora subi para as nossas salas. – Fala Michael.
Os quatro
sobem para suas salas, conversando, e no meio do corredor se despedem com um
comprimento de amigos. Cláudio e Felipe entram na sala e sentam nas cadeiras do
fundo do lado esquerdo da sala, ao sentarem vem outros dois alunos se sentando
perto deles, eram alunos novos, os dois sem pensar muito decidiram ir falar com
eles:
- E aí, são
alunos novos, certo? – Diz Raglan.
- E ai mano,
sou sim.
- Sou.
- Como vocês
se chamam? – Pergunta Cláudio
- Meu nome é
Renan, e o de vocês?
- Eu me
chamo Gustavo, e vocês?
- Eu me
chamo Cláudio, mais podem me chamar de Dinho, e esse oreiudo aqui do meu lado
se chama Raglan – (Feio pra Caralho) – Cochicha Claúdio – mais todos o chamam
de Rato.
- E aí, o
que estão achando da escola nova?
- Chique em,
grande pra caramba. – Fala Gustavo
- Dahora,
bem grande, quase me perdi pra chegar aqui. – Fala Renan sendo sarcástico.
- MUITO BEM
TURMA VAMOS COMEÇAR A AULA, CHEGA DE PAPO FURADO, VAMOS INICIAR AS AULAS. – Fala
o professor, entrando na sala e interrompendo a todos.
- (Toc, Toc)
– Uma menina bate na porta.
- Entre, é
aluna nova?
- Sim.
- E qual é o
seu nome? – Pergunta o professor.
- Ana Paula.
– Fala a garota tímida.
- Seja
bem-vinda Ana Paula, vá se sentar agora.
- Obrigado.
O professor
começa a se apresentar enquanto Ana Paula senta em um lugar na frente de
Cláudio.
- Ei! Aluna
nova! Qual seu nome? – Pergunta Cláudio.
- Ana Paula
e o seu?
- Cláudio,
prazer em conhece-la.
- Prazer.
- Quantos
anos você tem? – Pergunta Cláudio.
- Tenho 15,
porque?
- Por nada,
é que você é bem baixinha, nem parece que tem essa idade.
- Eu sei que
sou baixinha, mais mal me conhece e já está me ofendendo?
- Opa,
calma, não quis ofender, desculpa.
- Epa! Epa!
Vamos virar pra frente ai aluninha nova, depois você se apresenta pros outros
alunos. – Fala o professor.
- Desculpa
professor.
-Tudo bem,
agora onde eu estava mesmo? A é, eu serei o professor de química de vocês esse
ano, então vamos a algumas explicações...
O professor começou
a explicar a matéria, os alunos prestavam a atenção e claro, havia alguns que
ficavam deitados com tédio. O percorrer da aula e todos os alunos estavam cansados,
professores trocavam e o horário do intervalo não chegava.
- Caramba e
esse intervalo que não chega logo! – Fala Raglan.
- É verdade
em cara, esta demorado, foda que hoje a aula vai até as 5 da tarde em, vai ser
de matar em! – Fala Cláudio.
- Ei como
vocês aguentam ficar o dia inteiro na escola? – Pergunta Gustavo.
-
(Risadas)... É só hoje, e agente também não aguenta isso. – Fala Cláudio.
- É uma
tortura isso, meu Deus. – Fala Ana, deitada com a cabeça no caderno.
- Vamos
turma, o sinal já bateu, podem descer para o intervalo. – Fala o Professor.
Todos descem
para o intervalo e Felipe e Michael, acabam encontrando Cláudio, Raglan,
Gustavo, Renan e Ana, que estavam andando juntos e conversando.
- Opa e aí
Rato! – Fala Felipe.
- Fala ai
Felipe, suavê cara?
- Opa, de
boa e vocês ai?
- Tamo tudo
“bão”. – Fala Cláudio.
- Ai sim,
bora descer almoçar então.
Todos descem
almoçar e conversar, rir, descontrair, sem perceber que algo ali estava errado,
coisas estavam acontecendo, mais ninguém poderia imaginar, que algo estava para
acontecer.
- Ai Raglan,
depois nóis se fala na saída, sinal já bateu eu e o Michael estamos indo ai.
- Firmeza,
falou, depois nos falamos.
- Tchau
turma ai, prazer em conhece-los! – Fala Michael e Felipe.
Felipe e
Michael voltam pra a sala e a rotina das próximas aulas vãoseguindo,
Raffaela e Michael como sempre se desentendendo:
- Esqueci de
perguntar, quantos professores a gente já teve hoje? – Pergunta Gabriel.
- 3! -
Responde Raffaela.
- Caramba,
dormi mesmo aquela hora.
-Sim,
hahaahahahahaha. – fala Raffaela rindo.
- Ai vocês
dois falando de novo? – Fala Michael.
- Fica na
sua Michael seu chato. – Fala Raffaela brava.
- Menina,
você não sabe com quem tá falando!
- To
morrendo de você seu baixinho narigudo! – Responde Raffaela
-
HAHAHAHAAHAHAHAHA, toma essa ai Michael – Fala Felipe rindo da cara de Michael.
- Cala a
boca Felipe, se acha que esse toco de gente vai me ofender? – Fala Michael
sendo sarcástico.
- Pronto,
chega vocês quatro ai atrás, se continuarem falando vou por vocês pra fora! –
Fala o professor.
- Esta bem
professor, desculpa aí. – diz Felipe.
Enquanto o professor
escrevia na lousa, todos ficavam com acara no caderno escrevendo, e as aulas
seguiam, até a última, quando os sons estranhos podiam ser ouvidos de fora da
sala.
- Muito bem,
sei que esta uma gritaria lá fora, e já deu o horário, então vou liberando
vocês. – Fala o professor
Todos saem,
e vem o desespero dos outros alunos, uma gritaria total no corredor, todos
correndo, e no fundo do corredor, sangue por toda a escada, haviam pessoas
cometendo canibalismo, corpos sendo mutilados, e muito, muito sangue, sem
pensar muito, Michael ao ver aquela cena, entra em desespero.
- Caralho! O
que está acontecendo fujam todos! – Diz Michael aflito.
Michael
começa a correr pelo corredor sem rumo, e Felipe, Raffaela e Gabriel, sem
pensar muito começam a segui-lo. A cena era horrível, muito alunos mortos,
mesmo assim todos continuaram correndo, até que quando Michael corria, ao olhar
para trás, acaba esbarrando em alguém.
- Ai,
esbarrei em alguém.
...
Fim da Terceira Parte.


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