sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A Morte é só uma Questão de Tempo, Parte III

A terceira parte, agora estão todos os personagens apresentados, sem reclamação então HAHAHA. Crédito de Revisão: Ean César


O começo, simplesmente tudo tem um começo, mais e um fim? Já foi escrito o fim? Não, mais ele está prestes a ser escrito, e tudo começa aqui e agora na instituição João Benedito de Barros, uma grande escola, mais também aqui o destino dos alunos estão traçados, o fim está próximo e nada poderão fazer para impedi-lo.

- Mãe estou saindo pra escola, se não me atraso, tudo bem?

- Tá bom, vá com Deus Raglan.

- Amém.

Raglan abre o portão de sua casa e vai andando pela rua em direção a escola, que ficava a 5 km da escola, quando encontra Felipe indo pra escola, os dois eram amigos, estudavam juntos ali a alguns anos e sempre se encontravam na ida dá escola.

- Fala ai Rato. – Fala Felipe.

- Opa, e aí Felipe, tranquilo? – Fala Rato, cumprimentando seu amigo.

- E aí, como foram suas férias? – Pergunta Felipe.

- Foram legais até cara, viagem bastante, descansei um monte, foi da hora. E as suas? [Fala Raglan enquanto andava.

- Legal cara, sai pra caralho também, fui até jogar paint-ball com meus primos, aprendi a atirar, foi muito foda. – Fala Felipe rindo.

- Que da hora, queria aprender a atirar também, mais se eu falar pra minha mãe de paint-ball, a “véia” tem um infarte. – Fala Raglan sendo sarcástico.



No mesmo momento os dois veem dois carros pretos passando na rua, vindo da direção da escola, no momento eles não ligam muito, pois estavam rindo, mais não deixaram de reparar aquelas duas Captivas pretas, afinal era um carro muito bonito.

- Que carro loco, e ao mesmo tempo sinistro! – Fala Felipe.

- Verdade, vamos acelerar o passo que se não nos atrasamos.

Os dois começam a acelerar os passos, pra chegar á escola e encontram vários alunos indo, a maioria conhecidos, que estudam ali, e são da região. Ao chegarem ao portão de entrada da escola, vão em direção ao pátio, quando percebem que a diretora olha para a direção da sala no terceiro andar. Mas passam reto e vão em direção ao painel para verem em que sala caíram.

- Caralho 1°D, na sala do Michael e da Raffa... – Fala Felipe

- Eu tô no 1° A, que privilégio, deixa eu ver se tem algum conhecido... Olha o Cláudio, cara firmeza pra caramba! – Fala Raglan, olhando para o painel.

- Fala ai Felipe e Rato, estão em que sala. – Fala Michael chegando perto dos dois.

- Opa e ai Michael! Estou na sua sala cara, eu você e a Raffa.

- Sério mesmo que a Raffaela esta na minha sala? – Fala Michael

- Sério, e o Raglan esta na sala do Cláudio cara, que da hora! – Fala Felipe.

- Que vocês estão falando meu nome aí? – Fala Cláudio que estava por perto,

- Orra Cláudio! Nem tinha visto você cara. E aí, Beleza? – Fala Felipe cumprimentando Cláudio.

- E ai Cláudio, na mesma sala em, 1°Aainda por cima, nós somos fodas cara. – Diz Raglan rindo.

- Para de graça ai Raglan! Bora subi para as nossas salas. – Fala Michael.

Os quatro sobem para suas salas, conversando, e no meio do corredor se despedem com um comprimento de amigos. Cláudio e Felipe entram na sala e sentam nas cadeiras do fundo do lado esquerdo da sala, ao sentarem vem outros dois alunos se sentando perto deles, eram alunos novos, os dois sem pensar muito decidiram ir falar com eles:

- E aí, são alunos novos, certo? – Diz Raglan.

- E ai mano, sou sim.

- Sou.

- Como vocês se chamam? – Pergunta Cláudio

- Meu nome é Renan, e o de vocês?

- Eu me chamo Gustavo, e vocês?

- Eu me chamo Cláudio, mais podem me chamar de Dinho, e esse oreiudo aqui do meu lado se chama Raglan – (Feio pra Caralho) – Cochicha Claúdio – mais todos o chamam de Rato.

- E aí, o que estão achando da escola nova?

- Chique em, grande pra caramba. – Fala Gustavo

- Dahora, bem grande, quase me perdi pra chegar aqui. – Fala Renan sendo sarcástico.

- MUITO BEM TURMA VAMOS COMEÇAR A AULA, CHEGA DE PAPO FURADO, VAMOS INICIAR AS AULAS. – Fala o professor, entrando na sala e interrompendo a todos.

- (Toc, Toc) – Uma menina bate na porta.



- Entre, é aluna nova?

- Sim.

- E qual é o seu nome? – Pergunta o professor.

- Ana Paula. – Fala a garota tímida.

- Seja bem-vinda Ana Paula, vá se sentar agora.

- Obrigado.

O professor começa a se apresentar enquanto Ana Paula senta em um lugar na frente de Cláudio.

- Ei! Aluna nova! Qual seu nome? – Pergunta Cláudio.

- Ana Paula e o seu?

- Cláudio, prazer em conhece-la.

- Prazer.

- Quantos anos você tem? – Pergunta Cláudio.

- Tenho 15, porque?

- Por nada, é que você é bem baixinha, nem parece que tem essa idade.

- Eu sei que sou baixinha, mais mal me conhece e já está me ofendendo?

- Opa, calma, não quis ofender, desculpa.

- Epa! Epa! Vamos virar pra frente ai aluninha nova, depois você se apresenta pros outros alunos. – Fala o professor.

- Desculpa professor.

-Tudo bem, agora onde eu estava mesmo? A é, eu serei o professor de química de vocês esse ano, então vamos a algumas explicações...

O professor começou a explicar a matéria, os alunos prestavam a atenção e claro, havia alguns que ficavam deitados com tédio. O percorrer da aula e todos os alunos estavam cansados, professores trocavam e o horário do intervalo não chegava.

- Caramba e esse intervalo que não chega logo! – Fala Raglan.

- É verdade em cara, esta demorado, foda que hoje a aula vai até as 5 da tarde em, vai ser de matar em! – Fala Cláudio.

- Ei como vocês aguentam ficar o dia inteiro na escola? – Pergunta Gustavo.

- (Risadas)... É só hoje, e agente também não aguenta isso. – Fala Cláudio.

- É uma tortura isso, meu Deus. – Fala Ana, deitada com a cabeça no caderno.

- Vamos turma, o sinal já bateu, podem descer para o intervalo. – Fala o Professor.

Todos descem para o intervalo e Felipe e Michael, acabam encontrando Cláudio, Raglan, Gustavo, Renan e Ana, que estavam andando juntos e conversando.

- Opa e aí Rato! – Fala Felipe.

- Fala ai Felipe, suavê cara?

- Opa, de boa e vocês ai?

- Tamo tudo “bão”. – Fala Cláudio.

- Ai sim, bora descer almoçar então.

Todos descem almoçar e conversar, rir, descontrair, sem perceber que algo ali estava errado, coisas estavam acontecendo, mais ninguém poderia imaginar, que algo estava para acontecer.

- Ai Raglan, depois nóis se fala na saída, sinal já bateu eu e o Michael estamos indo ai.

- Firmeza, falou, depois nos falamos.

- Tchau turma ai, prazer em conhece-los! – Fala Michael e Felipe.

Felipe e Michael voltam pra a sala e a rotina das próximas aulas vãoseguindo, Raffaela e Michael como sempre se desentendendo:

- Esqueci de perguntar, quantos professores a gente já teve hoje? – Pergunta Gabriel.

- 3! - Responde Raffaela.

- Caramba, dormi mesmo aquela hora.

-Sim, hahaahahahahaha. – fala Raffaela rindo.

- Ai vocês dois falando de novo? – Fala Michael.

- Fica na sua Michael seu chato. – Fala Raffaela brava.

- Menina, você não sabe com quem tá falando!

- To morrendo de você seu baixinho narigudo! – Responde Raffaela

- HAHAHAHAAHAHAHAHA, toma essa ai Michael – Fala Felipe rindo da cara de Michael.

- Cala a boca Felipe, se acha que esse toco de gente vai me ofender? – Fala Michael sendo sarcástico.

- Pronto, chega vocês quatro ai atrás, se continuarem falando vou por vocês pra fora! – Fala o professor.
- Esta bem professor, desculpa aí. – diz Felipe.


Enquanto o professor escrevia na lousa, todos ficavam com acara no caderno escrevendo, e as aulas seguiam, até a última, quando os sons estranhos podiam ser ouvidos de fora da sala.

- Muito bem, sei que esta uma gritaria lá fora, e já deu o horário, então vou liberando vocês. – Fala o professor

Todos saem, e vem o desespero dos outros alunos, uma gritaria total no corredor, todos correndo, e no fundo do corredor, sangue por toda a escada, haviam pessoas cometendo canibalismo, corpos sendo mutilados, e muito, muito sangue, sem pensar muito, Michael ao ver aquela cena, entra em desespero.

- Caralho! O que está acontecendo fujam todos! – Diz Michael aflito.

Michael começa a correr pelo corredor sem rumo, e Felipe, Raffaela e Gabriel, sem pensar muito começam a segui-lo. A cena era horrível, muito alunos mortos, mesmo assim todos continuaram correndo, até que quando Michael corria, ao olhar para trás, acaba esbarrando em alguém.

- Ai, esbarrei em alguém.

...



Fim da Terceira Parte.

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